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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Starry Night

Eu não sou uma grande conhecedora de arte, mas tenho uma relação toda especial com as obras de Van Gogh.

Quando estava na 2ª série eu estudei em uma escola onde havia um projeto de artes que consistia em definir um artista para ser estudado por cada série. E naquele ano (2001) o artista da 2º série era Vincent van Gogh.

Nesse momento eu me familiarizei com algumas de suas pinturas e fiquei admirada com suas pinceladas. Eu percebi que ele tinha todo um estilo de pintar, de modo que pude reconhecer algumas vezes anos mais tarde quando estava diante de uma obra sua, mesmo sem ter visto a obra antes.

Foi algo marcante passar um ano inteiro focada em um único artista, e prova de que o tal projeto foi uma ótima idéia, é o fato de que me lembro das aulas até hoje.

Também me comovi com o fato de ele ter tido uma vida tão triste. A loucura, a depressão, a pobreza, e ter morrido (na verdade suicidado-se) antes de ser reconhecido por seu talento.

Uma das telas mais famosas de Van Gogh é A Noite Estrelada, de 1889. Nessa tela as pinceladas são realmente fascinantes. Tanto que inspiraram a animação abaixo, que é o que eu vim mostrar, no fim das contas:


Lindo demais!

domingo, 13 de novembro de 2011

Tem alguma coisa muito errada...

Pra mim o clichê "Imagens valem mais que mil palavras" é perfeito nesse caso.
Algumas manifestações de estudantes me deixaram realmente impressionada nessa última semana.

Não estou defendendo nem acusando ninguém. Tirem suas próprias conclusões.


Belém, 9 de novembro de 2011.


São Paulo, 8 de novembro de 2011.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Good Moments

(Este post também foi publicado no Tudo Por Um Chocolate, com algumas modificações)

Honestamente eu não tenho uma explicação para o meu sumiço, exceto preguiça.

O fato é que a pesar de ter um ou outro dia corrido, eu tive boas folgas de agosto pra cá, então "falta de tempo" não é uma desculpa.

Falta de idéias também não, porque eu pensei em zilhões de temas pra escrever, e todos me pareceram bem legais, só que eu não parei pra desenvolver nenhum.

Então se houver alguém que acompanha regularmente o que eu escrevo aqui, me desculpe a falta de consideração.

Eu nunca tinha deixado o blog sem nenhuma postagem por tanto tempo, e estou bem chateada comigo mesma por ter deixado isso acontecer.

Eu vim rapidamente mostrar uma coisa. Olhem só o que chegou aqui em casa essa semana:


Não, não foi o Tio Rick. Foi o livro. A imagem eu peguei no blog dele, porque a pessoinha aqui que vos fala não bateu uma foto com o livro.

The Son Of Neptune é a continuação de The Lost Hero (O Herói Perdido, publicado pela Intrínseca aqui no Brasil).

O caso é que depois de ler O Herói Perdido eu não aguentei de curiosidade e comprei dia 25 de agosto em pré-venda The Son Of Neptune no Book Depository por US$14,98 com frete grátis. O livro só foi lançado no dia 04 de outubro, então achei que chegou até bem rápido, especialmente levando em conta o fim recente da greve dos Correios.

O livro tem capa dura azul lisa, letras douradas na lombada, e aquela capa de papel em volta. É a coisa mais linda! E bem maior que eu esperava. No entanto as letras são grandes e as linhas afastadas, o que deixa a leitura mais confortável.

O primeiro capítulo eu já havia lido na internet, pois foi divulgado antes do lançamento. Comecei pelo segundo capítulo, mas ainda não saí dele.

Como o livro é em inglês, a leitura segue em passo de tartaruga.

Eu e meu irmão estamos lendo juntos (somos fãs do Tio Rick desde o início de 2010, quando conhecemos Percy Jackson), então basicamente a gente senta, eu vou lendo o que eu consigo e traduzindo pra ele, e pedindo pra ele procurar no dicionário ou em um tradutor online as palavras que nós não conhecemos. E haja paciência!

Mas tem sido uma boa experiência, mesmo que só tenhamos lido algumas páginas até agora.

Vou tentar não demorar muito a postar de novo.

Ainda tenho muitas coisas que gostaria de compartilhar e idéias de posts martelando na minha cabeça.

Abraços,
Giovanna Alves.

domingo, 31 de julho de 2011

Muito mais que uma história

Imagem do Pottermore, extraída da Galeria Potterish.

A primeira pessoa que eu ouvi dizer que Harry Potter marcaria uma geração foi meu pai, e isso já tem um bom tempo. É algo até meio óbvio de você parar pra pensar que o primeiro livro da série foi publicado no Reino Unido em 1997, a série foi traduzida para mais de 67 idiomas, e vendeu algo em torno de 450 milhões de exemplares. Tudo num período de 14 anos. Sem falar nos filmes, que juntos arrecadaram nas bilheterias do mundo cerca de 7 bilhões de dólares.

Eu tinha 8 anos quando conheci Harry Potter. Em 2001, eu estava passando meu último ano em Brasília, e minha prima Cassiana tinha ido morar conosco. Ela estava lendo o 3º livro da série, Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, e ria tanto escondida atrás daquelas páginas, que despertou minha curiosidade.

Eu sempre gostei das letras. Aprendi a ler por interesse próprio e muita insistência, antes mesmo de começar a alfabetização, e como filha de professores, cresci cercada de livros.

Naquela época eu lia e relia livros pequenos e gibis da Turma da Mônica. Eu nunca tinha lido um livro sem ilustrações e com tantas páginas quanto Harry Potter e a Pedra Filosofal. Era óbvio que eu não conseguiria terminar de ler aquilo em uma tarde, e a idéia de passar alguns dias lendo a mesma história me parecia estranha. Eu pensava que de um dia pro outro perderia o fio da meada e as coisas não fariam sentido. Arrisquei mesmo assim, mas "a tal da família Dursley" não me cativou e não cheguei a terminar o primeiro capítulo.

Então chegou dezembro e minha prima me levou para ver o filme no cinema. Foi realmente incrível! Eu custei a acreditar que tudo aquilo realmente acontecia naquele livro que começava apresentando personagens tão chatos quanto os Dursley. Eu tinha que ler pra saber.

No entanto, não comecei a ler imediatamente. Em janeiro de 2002 minha família e eu voltávamos para Belém, e levamos alguns tempo até encontrarmos uma casa, concluirmos a mudança e nos organizarmos de novo.

Em algum momento de 2002 dei mais uma chance para Harry Potter e a Pedra Filosofal, e passado o primeiro capítulo, não me desgrudei da série até terminar o quarto livro. E era só onde eu podia chegar, já que Harry Potter a a Ordem da Fênix, a continuação, não tinha sido publicada nem mesmo no Reino Unido.

Não sei como descobri que o 5º livro estava sendo escrito e seria publicado. Se foi pela internet discada e o velho bom Google, ou se pelas dezenas de revistas que eu catava nas bancas procurando qualquer menção à série. Acho que foi aí que me tornei fã. Procurando em todo canto por qualquer informação sobre Harry Potter que pudesse me tranquilizar de que viriam mais filmes e livros.

E isso também me abriu as portas do mundo da literatura infanto-juvenil. Livros maiores e sem ilustrações, que levavam mais de um dia para se ler, e me faziam usar a imaginação como nunca antes.

Não posso dizer que sem Harry Potter eu não seria a louca por livros que sou hoje, mas ele sem dúvida foi o começo de uma nova fase pra mim. E ele me deu amigos que eu jamais faria de outra forma, e me ensinou valores que talvez eu não aprendesse com tanta facilidade. O valor da amizade e do amor, da sabedoria e da coragem. Valores simples e esquecidos, ensinados por personagens tão humanos, que parecem saltar das páginas dos livros.

O segundo filme, lançado em novembro daquele ano veio para preencher o vazio deixado pelo fim da leitura de Harry Potter e o Cálice de Fogo.

Já com 10 anos, eu espantava minha família no fim do ano de 2003, andando durante exatamente uma semana para todo canto com um livro de 702 páginas (Harry Potter e a Ordem da Fênix, meu presente de Natal) debaixo do nariz. Assim, meio Hermione Granger.

No primeiro semestre de 2004, reli incontáveis vezes Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, na expectativa para o lançamento do filme em junho. Eu desejava nessa mesma época, no fundo do coração, que quando eu completasse 11 anos em julho, uma coruja deixasse uma carta pra mim na porta de casa, dizendo que eu tinha uma vaga na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Sim, mesmo que eu não falasse inglês.

Durante todos os anos que se seguiram, acompanhei cada lançamento de livro e de filme com um frio na barriga de expectativa. Em alguns momentos estive mais ligada nas notícias sobre a série do que em outros, mas sempre acompanhei. E ela sempre me acompanhou.

O último livro, lançado em 2007, quando eu tinha 14 anos, trouxe a conclusão da história, mas ainda não era o fim. Nós fãs ainda tínhamos com o que nos ocupar, filmes pela frente, ainda faltava alguma coisa. A leve tristeza que senti com o fim do livro nem se compara a como me senti nesse último dia 15 de julho.

Se Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 1 já havia me levado aos prantos no cinema no ano passado - com a cena inicial ao som de Obliviate, música composta por Alexandre Desplat que não poderia ser mais perfeita, e as várias mortes de personagens queridos - Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2 bateu todos os meus recordes de choro no cinema.

Foi emoção do começo ao fim, lágrimas rolando constantemente, e não foi choro só de olhos marejados. Foi aquele que aperta o peito, que fecha a garganta, que faz a respiração ficar difícil e deixa a gente de nariz vermelho, fungando depois.

E como ir embora no fim do filme, depois de ouvir a saudosa Leaving Hogwarts? Fiquei sentada, meio dividida entre uma satisfação imensa e depressão profunda, meio perdida, vendo os créditos passarem como se cada nome piscando ali na tela fosse de alguém muito querido que estava dizendo adeus. E de alguma forma é isso mesmo.

Depois do último nome, da última nota musical, fui andando ainda atordoada, relutante, com cara de choro, querendo voltar no tempo pra quando era só uma garotinha, esperando pelo próximo grande lançamento. Depois de chegar em casa, fiquei ouvindo End Of An Era como se fosse a única música no mundo, e absorvendo cada verso: as palavras que eu não conseguia encontrar dentro de mim.

Só me lembro de ter chorado mais e sentido uma dor maior, quando perdi pessoas que eu amava. Minha mãe e minha avó paterna em 2007, e meu avô materno em abril deste ano. Mas aprendi com meus livros favoritos que as pessoas que nos amam, e que nós amamos, nunca nos deixam de verdade. Nós sempre poderemos encontrá-las em nossos corações. Harry me mostrou que é preciso ser forte, que há coisas piores do que a morte, e que é possível ser feliz, mesmo depois de momentos de imensa tristeza.

E mesmo que não hajam mais livros e filmes sobre o garoto com cicatriz em forma de raio na testa por vir, eu sempre poderei encontrá-lo. Porque as histórias que nós amamos nunca acabam de verdade. Elas continuam sendo contadas.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Estamos Velhos?

Esses lindos aí em cima são Papai Hamilton e Maninho Renato.

Ser jovem ou ser velho são conceitos bem subjetivos, na maior parte das nossas vidas.
A não ser que você seja um bebê, ou tenha aproximadamente 100 anos.

Mas é fato que tem muito vovô de 80 que esbanja mais juventude que os garotões de 20.

Eu mesma fui uma criança meio velha. Tão organizada, metódica, estressada, séria... Como se já tivesse vivido muito.

Acho que nossa mente não envelhece de forma linear.
Podemos ser jovens e depois velhos e depois jovens de novo. E podemos ser os dois ao mesmo tempo, em diferentes situações.

Não estou falando de maturidade. É na verdade como você se sente sobre a passagem do tempo.

Outro dia estava conversando com um amigo e estávamos relembrando coisas da nossa infância. Falamos dos desenhos, da Sessão da Tarde, e da internet discada.

Aaaah, a internet discada. A correria ao fazer aquela pesquisa escolar no Google, porque não podia ficar muito tempo ocupando o telefone de casa, e aquele medo da surpresa na conta de telefone no fim do mês. O doce barulhinho da conexão bem sucedida, que você podia ouvir também quando ligava pra casa de alguém, e a pessoa estava conectada. Você sabia que ela não ia demorar muito (por causa da conta), e ligava de novo alguns minutos depois.

Eu lembro de todas essas coisas, e olho pro meu irmão mais novo, o Gabriel, que não lembra de nada disso. Ele era um bebê na época, e hoje passa horas e horas jogando RPG. Do jeito que a internet era há alguns anos, não era tão fácil jogar RPG.

E aí eu me sinto velha. Até dói as costas, e eu me vejo utilizando expressões como "no meu tempo", como se meu tempo já fosse passado, e não fosse agora mesmo.

E por falar em tempo, tem dias que sentimos como se não desse mais tempo de fazer tudo que a gente quer na vida. No fim das contas, tudo que se deixa pro ano que vem, a gente sente que nunca vai fazer. E talvez nunca faça, mas ainda dá tempo.

Porque seja lá qual for a idade, enquanto estivermos vivos, somos jovens, e temos a vida inteira pela frente.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

#PrecoJusto

Acesse www.precojustoja.com.br, e mostre que não está feliz com os preços absurdos praticados no Brasil, por conta dos impostos de importação.

terça-feira, 29 de março de 2011

A Arte de Dizer "Não Sei"

Recebi este texto por e-mail e achei legal. Especialmente porque vivo respondendo "não sei". Espero que gostem também!



Se você ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte cena:

Você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu, somente algumas nuvens aqui e ali. Aí chega alguém que também não tem nada para fazer e pergunta:

- Será que vai chover hoje?

Se você responder “com certeza”… a sua área é Vendas:
O pessoal de Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo.

Se a resposta for “sei lá, estou pensando em outra coisa”… então a sua aérea é Marketing:
O pessoal de Marketing está sempre pensando no que os outros não estão pensando.

Se você responder “sim, há uma boa probabilidade”… você é da área de Engenharia:
O pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o universo em números.

Se a resposta for “depende”… você nasceu para Recursos Humanos:
Uma área em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos.

Se você responder “ah, a meteorologia diz que não”… você é da área de Contabilidade:
O pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados do que nos próprios olhos.

Se a resposta for “sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um guarda-chuvas”:
Então seu lugar é na área Financeira que deve estar sempre bem preparada para qualquer virada de tempo.

Agora, se você responder “não sei”…há uma boa chance de que você tenha uma carreira de sucesso e acabe chegando à diretoria da empresa.

De cada 100 pessoas, só uma tem a coragem de responder “não sei” quando não sabe.
Os outros 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta, seja ela qual for, para qualquer situação.

“Não sei” é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo, e pré-dispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar uma decisão.

Parece simples, mas responder “não sei” é uma das coisas mais difíceis de se aprender na vida corporativa.

Por quê?
Eu sinceramente “não sei”.

(Antonio Ermírio de Moraes – Revista Exame)


Abraços,
Giovanna.

terça-feira, 8 de março de 2011

Falando de Carnaval

Incrível a quantidade de gente inteligente que tenho descoberto na internet com essa onda de criticar o Carnaval. Críticas amenas. Críticas à postura do governo, de empresas e das pessoas, e não à festa em si.

Como não ando muito inspirada para escrever, resolvi deixar aqui duas dicas.

A primeira é o vídeo da jornalista Rachel Sheherazade, que alcançou os Trending Topics do Twitter. Se você ainda não assistiu, assista abaixo! Se preferir, leia no blog pessoal da Rachel. O texto se chama "Esperando a Quarta-Feira de Cinzas". Tem muitos outros textos legais no blog também. Eu já estou seguindo!



A segunda dica é um texto de Tom Coelho, que vi no site Administradores. Se chama "Au Revoir Carnaval!". Passe lá e confira!

Como esses dias não tenho conseguido escrever nada que me deixe satisfeita, e não quis deixar o blog sem posts, achei que esse seria um jeito legal de compartilhar minha opinião.

Não deixem de comentar e compartilhar conosco a opinião de vocês, ok?
Lembrando de respeitar quem pensa diferente.

Abraços,
Giovanna.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Guerra e Paz

Este post também foi publicado no Tudo Por Um Chocolate

Quem me segue no Twitter me viu vibrar no dia 31 de janeiro com o último episódio da minissérie Guerra e Paz, exibida pelo Telecine Touch.

Então, obviamente, vim recomendar Guerra e Paz pra vocês.

Três coisas me chamaram atenção quando vi por acaso o comercial da minissérie na TV:

1. Baseada na obra prima de
Léon Tolstói.
Não sei vocês, mas eu já tinha ouvido falar desse livro.
Guerra e Paz é uma das mais volumosas obras da literatura universal e foi publicado entre 1865 e 1869 em um periódico. Nunca li e nem tinha muita vontade até assistir essa série. É um daqueles clássicos que, imaginava, exigem muita disposição e paciência até para os leitores mais apaixonados.

2. A história das famílias da aristocracia russa durante a invasão de Napoleão.
Esse poderia até ser um motivo pra série não me chamar atenção. Afinal, nunca me interessei pela Rússia. O que me deixou interessada foi justamente o fato de eu não saber muito sobre o tema. Pensei: "Vamos descobrir!". O cenário de época, amor em tempos de guerra e a fotografia me conquistaram.

3. A Clémence Poésy.
Quem aqui já viu Harry Potter? Clémence Poésy é conhecida por interpretar Fleur Delacour nos filmes. A personagem aparece a partir de Harry Potter e o Cálice de Fogo.
Tenho essa mania de me interessar por filmes e séries com atores que já conheço. O mesmo aconteceu com Logan Lerman depois que o vi em Percy Jackson e o Ladrão de Raios. Assisti Bill (que também conta com o engraçadíssimo Aaron Eckhart) por causa dele. Bill foi uma boa surpresa e recomendo muito. Me tornei fã do Aaron Eckhart também, que me chamou atenção pela primeira vez no excelente Obrigado Por Fumar.

Todos esses motivos e mais uma aula de história. Estava convencida a assistir.

A série conta com 4 episódios com cerca de 1h40min de duração. Sim, cada episódio é quase um filme. Temos a impressão em um primeiro momento, de que Natasha Rostova - a personagem de Poésy - é a protagonista. Sem dúvida ela é quem mais aparece na abertura da série, e nos 4 episódios em geral. No entanto, ao longo dos episódios seguintes os outros personagens vão recebendo mais atenção. Pierre, o melhor amigo de Natasha também tem uma história cheia de altos e baixos. Uma história muito mais interessante do que a de Natasha, diga-se de passagem. Mas confesso que fiquei a série inteira torcendo pelo casal Natasha e Andrej Bolkonsky (foto abaixo).

Sim, tem muito romance e muito drama, o que pode não agradar a alguns. É aquele tipo de série que faz você se envolver com os personagens. Lamentar suas escolhas, brigar com eles, ou querer lhes dar um abraço. Prova disso foram minhas exclamações no Twitter. O jeito que eu encontrei de colocar as emoções pra fora, porque estava assistindo sozinha e não tinha ninguém pra comentar.

Outra coisa que me manteve ligada a série e me fez ficar uma semana inteira esperando o episódio seguinte foi o roteiro imprevisível. Não é aquela história onde você visualiza o final depois de duas cenas. Percebi isso a partir do segundo episódio. Porque eu tinha a impressão de que as coisas estavam tomando um rumo, quando chegavam as notícias da guerra e viravam a vida de todos de ponta cabeça. Só fui começar a prever o desfecho depois da metade do último episódio.

Se interessou? Mais informações sobre a série, você confere clicando aqui e aqui.

Se você tem TV por assinatura e acesso aos canais da rede Telecine, o Telecine Touch vai exibir a série de novo este mês! No sábado 26 às 14h45: o Episódio 1 seguido do Episódio 2. No domingo 27 às 14h10: o Episódio 3 seguido do Episódio 4.

PS.: Esses horários são de Brasília. Não se esqueça de adequar ao fuso-horário da sua região. O horário de verão acaba dia 20 deste mês, mas há estados cujo fuso-horário é diferente da capital mesmo fora do horário de verão.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

O Lado Doce do Blog

Olá, people!

Estou aqui para me apresentar!

Meu nome é Giovanna Alves de Oliveira, tenho 17 anos (completei no dia 22 de julho do ano passado), e sou caloura do curso de Administração na UFPa. Mantenho o blog Tudo Por Um Chocolate desde agosto de 2009, com no mínimo uma atualização por mês, mas pretendo me dedicar mais à blogsfera este ano e aumentar a freqüência de postagem gradativamente.

Algumas coisas sobre mim o Henrique mencionou no primeiro post do blog. Sou apaixonada por chocolate (e tudo quanto é doce), só começo a funcionar de manhã depois de uma xícara bem cheia de café preto com açúcar, se pudesse lancharia pipoca ou pão de queijo todos os dias, e sou semi-vegetariana há pouco mais de dois anos. Explico melhor meu semi-vegetarianismo outro dia.

Tenho esse sonho de levar uma vida mais saudável, e tento colocar mais vegetais no prato, embora não consiga reduzir muito as besteiras. Prometi a mim mesma que esse ano começo a praticar alguma atividade física (coisa que não é das minhas preferidas), e estou com um curso de culinária vegetariana programado para março, esperando que isso me ajude a alcançar meu objetivo.

Gosto de cozinhar, embora não seja lá muito talentosa na cozinha. Quem me ensina uma coisa aqui e outra ali é meu pai, que faz arroz branco, risotos, e peixe (de todas as formas) como ninguém. Sem falar das saladas super coloridas, que podem ser cruas ou cozidas, e às vezes tem atum. Ele sempre me diz que fez pensando em mim. De vez enquando pego alguma receita e vou me aventurar na cozinha. Quando dá certo, fico toda orgulhosa contando pra todo mundo do prato in-crí-vel que preparei sozinha.

Também amo ler. Estou sempre lendo alguma coisa, desde que aprendi a ler, e era uma criança tão ansiosa por isso, que aprendi antes de entrar na alfabetização. Ficava pegando no pé da minha mãe, que era professora, para me ensinar as coisas e passar dever de casa extra. Primeiro vieram os gibis da Turma da Mônica, que eu devorava em poucos minutos, para desespero dos meus pais, que diziam que eu não fazia "render". Depois vieram os livros fininhos, depois a série Harry Potter. Esta, abriu pra mim aos 9 anos, as portas do mundo dos livros sem gravuras, dos livros de mais de 100 páginas, que dificilmente se lia em uma tarde.

Tenho uma paixão por música também. Música com conteúdo, com versos bonitos, com harmonia e melodia que tocam o coração. A pesar de também gostar de ouvir alguma coisa mais pop naqueles dias felizes, fazendo a maquiagem enquanto me arrumo pra sair. Sou capaz de ficar só ouvindo música por um bom tempo. Amo dormir ouvindo música.

E filmes. Quem não ama ver filmes? De preferência com pipoca. Não me considero cinéfila, mas gosto muito de ir ao cinema (às vezes sozinha, por que não?) ou ficar em casa mesmo, de pijama no sofá, assistindo um filme leve.

O Henrique me convidou pra fazer parte deste blog com idéia de que, junto com o Pedro, possamos ter uma página mais atualizada. Aqui a gente pode falar de tudo. Tudo o que pensarmos que possa interessar a alguém. Falarei dos meus interesses: livros, filmes, comida (já deu pra sacar, né?), sites legais, música, um pouco da minha vida... E mesmo aquilo que for papo de mulher, sempre escrevo pensando que os homens podem se interessar também.

Manterei o Tudo Por Um Chocolate. Ora com posts iguais aos daqui, hora com algo diferente. Talvez eu escreva aqui um post que não faz sentido lá, e vice-e-versa. Mas garanto que vou me dedicar aos dois com o mesmo carinho.

Vejo vocês em breve.

Giovanna.